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segunda-feira, 27 de julho de 2009

O que é comer bem ?

    O que é comer bem ?


  • Comer 4 a 5 vezes por dia


  • Respeitar os horários das refeições



  • Comer devagar



  • Mastigar bem os alimentos



  • Saborear os alimentos



  • Respeitar a quantidade e a qualidade de alimentos a ingerir



  • Evitar a monotonia variando a alimentação.



  • Comer muita fruta e vegetais



  • Beber 1,5 a 2 litros de água por dia

O que é comer mal?






O que é comer mal ?

× Comer mais do que o necessário
× Comer por comer
× Comer fora de horas
× Comer compulsivamente
× Escolher mal os alimentos
× “Saltar” refeições
× Comer depressa, sem mastigar bem
× Comer distraidamente, sem saborea
× Não variar os alimentos
× Comer fast-food (fritos, refrigera
tes)
× Abusar do sal


Obs: Lembrando sempre que pode se comer de tudo, mas com moderação! ")

Fibras: fundamentais na sua alimentação.




Uma alimentação equilibrada e saudável também precisa contar com fibras. Saiba onde encontrar as fibras!

Além de serem ricos em vitaminas e minerais - essenciais ao bom funcionamento do organismo -, legumes, frutas e verduras são também fontes de fibras, substâncias que o organismo não consegue digerir e que são de extrema importância para nos manter saudáveis.

As fibras são encontradas também em outros alimentos, como nos cereais integrais (arroz, milho, cevada, trigo), nas leguminosas (grãos produzidos em vagens como feijões preto, mulatinho, manteiga e carioca; grão-de-bico, ervilha, soja, lentilha, fava e tremoço) e nas oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas, amendoim).

Segundo a nutricionista Juliana Ribeiro*, a principal função das fibras é a regularização do trânsito intestinal e a nutrição de algumas bactérias benéficas que vivem no intestino. "Se o intestino funciona bem, o organismo melhora de maneira geral", explica a especialista.

Fibras no seu prato!

A importância das fibras já está comprovada cientificamente. Pesquisas mostram que seu alto consumo diminui a incidência de distúrbios. Segundo os estudos, elas ajudariam a combater males como o câncer de mama, de colo de útero e de cólon.



"Estudos recentes mostram também que elas são grandes auxiliares na diminuição das taxas de colesterol ruim e na regularização da glicemia (fazendo com que o açúcar seja liberado aos poucos na corrente sanguínea), pois ajudam a segurar estas substâncias por mais tempo no intestino e muitas vezes as carregam com ela quando são excretadas", diz a nutricionista.

Segundo ela, o ideal é comer fibras em todas as refeições. De preferência, elas devem estar no primeiro prato da refeição, pois elas "incham" e ajudam a dar sensação de saciedade. Mas isso só acontece quando a pessoa ingere bastante líquido durante o dia.

"Os vegetais possuem água em sua composição, mas quem come farelos, aveia e granola puros - e não ingere quantidade de água necessária - não consegue o efeito esperado", explica Juliana Ribeiro.

Atenção apenas ao exagero, que em nenhuma circunstância é positivo. Por exemplo, uma pessoa que sofre de deficiência de vitaminas e se alimente com fibras em excesso pode enfrentar problemas na absorção de vitaminas e minerais.

"O ideal é comer de forma equilibrada, não exagerando na quantidade e variando os alimentos", ensina a especialista. Se possível, consulte um nutricionista para receber orientações precisas a respeito da qualidade de sua alimentação.

* Juliana Ribeiro, nutricionista, sócia-diretora da Recomendo Assessoria em Nutrição e Qualidade de Vida. Especialista em Fisiologia do Exercício pela Unifesp/EPM; especialista em Nutrição e Dietética (Nutrição Esportiva) pela Associação Brasileira de Nutrição; especializada em Gestão de Marketing pela ESPM Business School. Autora do livro "Nutrição Esportiva: uma visão prática" (editora Manole). Recebeu o prêmio Maria Lúcia Cavalcanti na categoria nutrição Esportiva em 2000 e 2003.

link>>
https://www.nestle.com.br/Nestlefazbem/materia.aspx?idSecao=153&idMateria=202&teco=1

Beliscar: aposente este hábito!









Beliscar: aposente este hábito!

Comer alimentos pouco nutritivos e/ou muito calóricos a toda hora é um mau hábito que precisa se modificado já.
Você sabia que o hábito de beliscar pequenas porções de alimentos em vários momentos do dia é prejudicial à saúde? Um dos principais riscos de se comer sem critério a qualquer hora é o ganho de peso, e conseqüentemente, a obesidade.

Junto com ela, aumenta-se o risco de hipertensão, diabetes e outros males, pois os alimentos que costumam ficar mais à disposição - e a toda hora - são geralmente aqueles que contêm açúcar, gordura e sódio em excesso.

A maioria das pessoas que gosta de beliscar, segundo a nutricionista Milena Baptista Bueno*, é ansiosa e o faz de forma inconsciente, muitas vezes sem nem mesmo sentir fome. "Algumas acabam utilizando a comida como válvula de escape, uma forma de aliviar as tensões", diz ela. Além disso, elas acabam prejudicando as grandes refeições, deixando de comer alimentos mais saudáveis por estarem de estômago cheio.

A nutricionista explica as diferenças entre beliscar e seguir a recomendação de fazer de cinco a seis refeições por dia (café da manhã, lanche matutino, almoço, lanche da tarde, jantar, lanchinho noturno; o último podendo ser excluído).

"O termo beliscar tem conotação negativa porque significa ingestão de alimentos pouco ou nada nutritivos. A diferença, portanto, é qualitativa (depende do tipo de alimento) e quantitativa (quanto a pessoa ingere durante o dia)", afirma a profissional.



Os lanches entre as principais refeições devem ser nutritivos e variados, pois todo alimento em excesso pode provocar prejuízos ao organismo. Os lanches devem conter leite, iogurtes, barras de cereais, mingau de aveia, frutas, sucos.

As refeições fracionadas ajudam a controlar a mania de beliscar e evitam que você chegue à mesa do almoço ou do jantar faminto, pronto para devorar uma grande porção. Para evitar esta armadilha, a nutricionista dá algumas dicas:
• Avalie sua relação com o alimento. Está comendo porque está com fome ou é pura ansiedade?
• Troque os alimentos que costuma beliscar por opções mais saudáveis como cenouras e chás. Diminua também a quantidade.
• Estipule uma meta para combater este "vício". Por exemplo: daqui a tantos meses já terei deixado de beliscar e aprendido a me alimentar corretamente.

Diga adeus de uma vez a esta mania e se empenhe para fazer uma reeducação alimentar. Seu corpo vai agradecer!

*Milena Baptista Bueno, nutricionista, mestre em nutrição pela Universidade de São Paulo, professora dos cursos de Nutrição da Universidade Paulista e Faculdades Integradas de Santo André.



https://www.nestle.com.br/Nestlefazbem/materia.aspx?idSecao=154&idMateria=348&teco=1

Colesterol: vilão e mocinho ?





Para manter taxas aceitáveis de colesterol no sangue, é preciso consumir em equilíbrio alimentos ricos em HDL e LDL.
Sempre que ouvimos falar em colesterol, ele surge como um vilão assustador, um dos principais inimigos da saúde. Porém, na realidade, nosso organismo necessita de certas quantidade de HDL e do LDL, que são os nomes de dois tipos de colesterol.

O ideal é que os dois convivam em harmonia no nosso sangue, mas que o HDL se sobressaia, pois seus altos níveis ajudam a prevenir enfartes e derrames.

Mas, afinal, por que um o HDL é o "mocinho" e o LDL é conhecido como o "bandido" em nosso organismo? A explicação está na estrutura de cada um. Como o LDL tem moléculas menores, o risco de ele se depositar nas artérias é maior.

Uma alimentação equilibrada precisa conter algum tipo de gordura, pois o colesterol ajuda a manter a temperatura corporal, fornece energia nos momentos de privação alimentar (jejum) e atua na composição de certos hormônios. Mas é preciso conter os excessos.

"Uma pessoa que necessite de 1.500 calorias/dia, por exemplo, para manter o peso, necessitará de 450 calorias/dia de gordura. Se ela comer um lanche enorme, com dois hambúrgueres, maionese, queijo e molho, certamente excederá sua porção diária e o que não for utilizado pelo organismo se depositará na barriga, no coração, nos intestinos e no pâncreas, aumentando o risco de problemas no sistema cardiovascular, diabetes e obesidade, entre outras", explica a endocrinologista Cláudia Cozer

Ao contrário do que alguns pensam, porém, taxas altas de LDL não atingem apenas os mais cheinhos. "Há obesos com taxas baixas de colesterol", afirma a dra. Cláudia. Magros também sofrem do mal devido à má alimentação ou problemas de origem genética. "Se os pais têm colesterol alto, as chances de os filhos também terem é de 70% a 80%".

A prevenção e o tratamento exige reeducação alimentar e prática de atividades físicas. E, em alguns casos, medicamentos. Também é importante fazer o controle por exames de sangue periódicos. Os níveis de HDL têm de ser maiores que 40 mg/dL e os de LDL, menores que 130 mg/dL.

Também é importante aumentar o consumo de fibras durante as refeições, presentes nas frutas, verduras, legumes, grãos integrais (arroz, trigo, aveia) e leguminosas (feijões, soja, grão-de-bico), pois elas têm o poder de absorver parte da gordura que está sendo ingerida. E moderar o consumo de alimentos que contêm gordura animal, ricos em LDL.

Já o abacate, o azeite extra-virgem, os peixes, os óleos vegetais e as oleaginosas (castanhas, nozes, amendoim), que possuem grande quantidade de HDL, devem prevalecer no preparo dos pratos e lanches. E também é necessário manter-se atento aos rótulos dos produtos industrializados, evitando comprar aqueles com gordura saturada em excesso.

Seguindo essas dicas, são diminuídas as chances de você enfrentar diversos problemas de saúde, decorrentes do depósito de gordura nas artérias. Entre em ação!

*Cláudia Cozer, endocrinologista. Doutora em endocrinologia pela Universidade de São Paulo (USP) e diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO).

sábado, 25 de julho de 2009

Seu Alimento...


















Que seu alimento seja seu remédio, q seu remédio seja seu alimento!
Não aceite dietas prontas, de gaveta! Lembre-se de q vc é ÚNICO.

terça-feira, 7 de julho de 2009

FIBROSE CÍSTICA ou QUÍSTICA


A fibrose cística (FC) é uma doença hereditária autossómica recessiva, também denominada mucoviscidose, geralmente diagnosticada durante a infância. Resulta de um defeito no gene CFTR do cromossoma 7 e faz parte do grupo das D.P.O.C. (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica). Consiste num funcionamento anómalo das glândulas exócrinas, produtoras de muco, saliva, suor, suco gástrico, etc...

Na maioria dos casos, o pâncreas, um órgão importante para uma eficaz função digestiva (através da produção de enzimas), está afectado. Aliás, o nome da doença resulta do aspecto fibroso e quístico deste órgão. Consequentemente, 10 a 20% dos recém-nascidos portadores da doença podem apresentar uma obstrução do intestino (íleo meconial), situação que tem de ser resolvida cirurgicamente. O mecónio é uma substância verde escura, espessa e de trânsito lento que surge nas fezes da criança e, assim, obstrói a via, podendo mesmo ocasionar uma herniação.

O resultado desta disfunção pancreática é uma deficiente digestão, sobretudo de lípidos (gorduras). Outro dos alvos da doença é o sistema respiratório: a produção excessiva de muco e a sua acumulação leva à obstrução das vias respiratórias. Os principais sintomas respiratórios são: tosse, expectoração excessiva de muco, dispneia, ... Além disso, são frequentes as infecções respiratórias que se podem tornar particularmente perigosas nestes pacientes.

No sistema reprodutor masculino é frequente a obstrução dos canais deferentes. Já nas mulheres, o muco cervical espesso e com alterações bioquímicas é causa de infertilidade, actuando como espermicida.

Por fim, as glândulas sudoríparas, parótidas e salivares produzem líquidos com excessiva concentração de cloro, que podem conduzir a uma desidratação excessiva.

É ainda possível encontrar sintomas menos específicos como atraso no crescimento, insuficiência cardíaca, progressiva diminuição da resistência física, perda de peso, aparência cianótica (pele azulada), pele salgada, forma das unhas alterada, ...

O diagnóstico é feito após o aparecimento dos sintomas digestivos e/ou infecções respiratórias persistentes (pneumonia ou sinusite), quando há história familiar de FC ou quando há uma clorémia elevada (concentração de cloro no sangue).

O tratamento é feito à base da eliminação ou controlo dos sintomas. Podem ser administradas enzimas pancreáticas para compensar a sua deficiência ou recomendadas alterações na dieta. Quanto aos problemas respiratórios são utilizados antibióticos para combater as infecções respiratórias; broncodilatadores para desobstruir as vias aéreas e facilitar a passagem de ar e substâncias mucolíticas para eliminar o excesso de muco.

Importante é ainda a fisioterapia respiratória, exercícios aeróbicos ou drenagem postural para evitar a acumulação de muco, facilitar a respiração, prevenir infecções e aliviar os sintomas.

A prevenção terciária, após a confirmação do diagnóstico, passa pelo evitamento dos principais factores de risco que potenciam os sintomas e a gravidade da doença: tabagismo, poluição atmosférica, infecções respiratórias víricas (pneumonias) e actividades profissionais de risco (exposição a poeiras ou gases tóxicos).

Têm sido realizados enormes progressos e, actualmente, a esperança de vida de um paciente de FC já é de 30 anos, valor que depende obviamente do acesso que os pacientes têm ao tratamento e do seu empenho no mesmo.



Vale a pena consultar o site da Associação Portuguesa de Fibrose Cística:

http://www.apfq.pt/

Diabetes é a falta de insulina no organismo...


Por algum motivo o pâncreas deixa de fabricar a insulina necessária para fazer a glicose entrar na célula e, assim, alimentá-la. Sem glicose as células ficam famintas e, começamos a sentir muita fome. Ao mesmo tempo, como a glicose não entra na célula, ela fica sobrando no sangue, o que faz com que transborde na urina, nos levando a urinar muito também e a sentir muita sede.

Algumas pessoas desenvolvem diabetes após doenças no pâncreas. Outras pessoas (a grande maioria) desenvolvem diabetes e não conseguimos descobrir a causa. Mas, sabemos que em qualquer das situações, o pâncreas não está funcionando corretamente. Seja não fabricando nenhuma insulina (diabetes insulino-dependente), seja fabricando pouca insulina ou uma insulina fraca (diabetes não insulino-dependente).


A diabetes é uma doença crônica. Ela não tem cura mas tem controle com o uso da medicação correta.

O não controle da diabetes leva a pessoa a um processo de envelhecimento rápido, com falência de órgãos importantes como rins, olhos, cérebro pois o excesso de glicose na circulação promove lesão de pequenos vasos sanguíneos que pode ocorrer em qualquer órgão do corpo.

Por isso, cuide-se. Tome sua medicação corretamente, faça dieta, evite açúcares, doces, etc. Coma verduras, legumes, saladas, cereais, alimentos integrais e não deixe de realizar atividade física.

Dica:

Dieta para Diabetes
Alimentos a serem EVITADOS:

Açúcar, balas, chocolates, bombons
Vinhos, doces, champanha
Bolos, tortas
Refrigerante e sorvete
Mel, geléias
Cerveja
Alimentos fritos
Alimentos PERMITIDOS sem restrições:

Cominho, louro, oréganos
Café e chá (sem açúcar)
Limão
Salsa
Salsão
Alho
Cebola
Vinagre
Pimenta
Carnes e peixes devem ser cozidos, grelhados ou assados
Verduras devem ser preparadas sem gorduras ou farinha


Dicas Importantes para Diabetes:
Faça 5 a 6 refeições ao dia (café da manhã, almoço, jantar e lanches nos intervalos), de preferência em horários determinados.
Os doces devem ser ingeridos, de preferência, junto às grandes refeições, pois estas possuem um maior teor de gordura e, consequentemente, digestão mais lenta.
Coma alimentos ricos em fibras: verduras e legumes (crus e cozidos) e frutas (com casca ou bagaço), pois o conteúdo de fibras nos alimentos diminui a velocidade de absorção dos carboidratos.
Não exagere na quantidade de frutas numa mesma refeição. Lembre-se que as frutas também possuem um tipo de açúcar (frutose).
Cuidado com alimentos lights, eles podem conter açúcar. Lembre-se que o alimento diet, é o alimento modificado em que um ingrediente é substituído por outro, por exemplo o açúcar pelo adoçante, sendo assim indicado para o diabético. Já o light, é o alimento que contém uma porcentagem menor de um ingrediente (por exemplo: gordura, açúcar) e nem sempre é indicado para o diabético – refresco light contém açúcar.
Lembrar que os alimentos diets, frequentemente, possuem outros ingredientes como farinhas, leite, ovos etc, os quais devem ser considerados.
Sempre que tiver dúvida, verifique os ingredientes no rótulo, ou ligue para o Serviço de Atendimento ao Consumidor do fabricante do produto.
Cuidado com água tônica, apesar do sabor amargo, contém açúcar, só beba na versão diet.

Grupos de alimentos...






As proteínas são importantes para o crescimento e manutenção da massa muscular e para a reposição celular. As principais fontes são carnes, leite, ovos e leguminosas (como feijão, lentilha e grão de bico).

Os alimentos ricos em carboidratos são a principal fonte energética para o metabolismo. São as massas, os pães e as bolachas, e o arroz, o milho, a batata, a mandioca, o açúcar e os doces.

Vitaminas e minerais ajudam a regular o metabolismo do organismo, auxiliando na formação dos tecidos. As principais fontes são as frutas e as hortaliças.